sábado, 14 de novembro de 2009

FONTE D’ÁGUA













Foi assim que um dia o vi,

Porém ir além, ver o mar e ser o barco,

Entregar o leme ao ilustre capitão,

Deixando-se embalar pelo canto capaz de purificar.



Então não mais és mistério

E sim realidade, para quem tanto necessita receber.

Fazer das relações trocas equilibradas

E não terras separadas pelo mar do conhecimento.



Na unicidade dos mundos construir pontes

Em trocas constantes de imagens e reflexos do bem,

Excluído o mau e trocando o fel pelo mel.



Entrego-te então meus versos

Repletos pelo leite do afeto,

O mel da gratuidade incondicional

Em poder ver-te como: humano que sonha, deseja , sofre, ama e vive



A água te entrego, e trago-te em copos

Não de vidros,

Mas sim do deleite de um sorriso, seu ,meu , de todos

Plantado, cuidado e não colhido,

Porém admirado, identificado e compreendido.





Em meus versos poderá encontrar o afago quando precisar de carinho,

Meu silêncio quando precisar ser apenas você.

No deserto sei que existe o confronto, necessidade de escolhas,

Para vencer a si mesmo.



Deixas de ser incógnita,pois te reconheço em mim.

Por isso no silêncio de cada encontro, posso ver a autenticidade

Quando nenhum de nós precisa ser nada,

Apenas seres humanos vivendo a pura realidade do presente.



Surge então o arco-íris,

Que sempre aparece quando a luz encontra com a água.

Sinal da alegria e da aliança,

Entre quem sabe separar e compreender sem perguntar, .



Estes são momentos de encontros a beira do poço,

Que matam a sede de várias vidas humanas,

Num movimento constante com todos,

Que queiram tornar-se Santuário criando vida e história.

Assim como tu que se mantém perpétuo em muitas memórias.





LEILA UZZUM –

2 comentários:

Fernanda Dutra disse...

Lindo!!!!Maravilhoso!!!
bjs

Coisinha do pai disse...

Mil vezes PARABÉNS!!!
sEU BLOG É SIMPLESMENTE MARAVILHOSO, completo!
Adoreiiii
Bjs
Leila T. M.