domingo, 11 de abril de 2010
O DESAFIO DE SER PESSOA
Ser pessoa
É ter máscara de ator
Utiliza-la no teatro da vida
Para espantar a dor.
É a válvula motora para o ser Eu.
Dono de si,
Tomando posse do que lhe pertence
Do que se é.
Compreendendo o amor,
Pelo olhar amigo.
Que o vê como você não se vê.
Descobrindo propriedades e lugares
Desconhecidos em si mesmo.
Buscando a totalidade de ser verdadeiro,
Dono do que já possui,
Dono de si mesmo.
Aprendendo a lidar,
Com o próprio jeito de ser,
Toma coragem para dizer não
No lugar do sim,
Contrariando a pieguice do coração.
Toma posse do seu território,
Onde se torna governador,
Aprendendo a ser mais sorridente,
Já que expulsa todos os bandidos,
E liberta-se do seqüestro
Para cuidar de si,
E ninguém mais roubar
O amor que possui clandestinamente.
E na sinceridade recebe em dobro
Tudo o que dá.
Já não é de mais ninguém,
Tomou posse de si mesmo
E conhece suas reações,
E dos outros também.
Torna-se este um processo
De aprimoramento da construção
Construção de si mesmo,
Que o separa da multidão.
Na feitura do ser pessoa,
Segue todos os dias
Sentindo vir a tona
O que lhe foi entregue
Descobrindo no mistério da vida.
Que és Dom de Deus
Aprimorando o fazer
Para colocar-se a serviço
Colocando a disposição do próximo
O que recebe.
E na integração,
Torna-se saudável no espírito.
Mesmo quando a doença aflora,
Sabe que é purificação,
Por isso cultiva o que tem para melhora.
Cuida do que é,
Descobre o que tem,
Multiplicando talentos,
Possuindo-se plenamente.
Então tem coragem suficiente
De ser para o outro o que deve ser
Dentro de um limite escuta muitas almas
E para elas és “... Sal da Terra e Luz no Mundo”.
Este é o desafio de ser pessoa,
De ser gente .
Leila S Ribeiro Uzum
METRO - EMBARQUE BEM
Metrô 18h00min hs , todos os dias é assim, se você perde a hora, e precisa enfrentar a hora do ruch você deixa de ser uma pessoa civilizada .
Misturada a massa animalizada você corre o risco de ter partes de seu corpo quebrado, bolsas roubadas, horários perdidos e compromissos importantes indo para o espaço como aulas, provas e encontros, além de passar pelos constrangimentos dos abusos sexuais de inúmeros pervertidos e aproveitadores espalhados nesta sociedade .
Nestes horários a dignidade do trabalhador torna-se mínima no exercício do seu direito de cidadão .Mas ainda sim existe uma arma , o voto !!!
Estamos em ano de eleições é momento de assumirmos a responsabilidade do voto consciente, de saber escolher, de buscar através do voto satisfazer nossas próprias necessidades básicas como saúde, educação, emprego e transporte para sobreviver nesta imensa cidade com tantas diversidades culturais e necessidades fundamentais, haja visto que :
A História vem provando, século após século, que o poder corrompe e que o homem tende a repetir seus erros.
Exemplos não faltam: Napoleão, Mussolini, Hitler, Somoza, Fujimori e outros estão aí para demonstrar a lógica cartesiana do alpinismo político e do apego desmedido ao mando.
Enquanto o poder é apenas meta, o aspirante pode até ter boas intenções, porém, tão logo o objeto de desejo, ou seja, no caso, o poder, é conquistado, seu detentor já não se conforma em detê-lo. Quer, na verdade engoli-lo e assim torná-lo parte de si mesmo, incorporando-o assim à sua identidade.
Desta forma pode dirigir seu amor para si próprio e exercer na sua plenitude o narcisismo que é a marca registrada dos ditadores e dos homossexuais. Os resultados finais podem ser diferentes, mas a raiz psicológica dos fenômenos é a mesma.
Por outro lado, não importa que catástrofes ou tragédias suas decisões hajam causado, os homens sempre as repetem. Mesmo quando essas decisões resultam em autodestruição, seus sucessores já assumem com a tendência mórbida de imitá-los.
Todos sabem que amor e ódio são afetos gêmeos, siameses, faces da mesma moeda, inseparáveis e razão de ser, um do outro.
Em conseqüência disso, o narcisista se ama e se odeia ao mesmo tempo já que constitui objeto único de seus afetos.
Enquanto alimenta o amor com o prazer inebriante do poder incorporado, alimenta o ódio destruindo-se através da repetição de decisões reiteradamente temerárias.
Essa relação libidinosa com o poder ocorre na mente dos ditadores a nível mundial, nacional, estadual, municipal, em associações de bairro e até em agremiações, sociedades literárias e cooperativas. Onde houver um cargo de mando lá estará o moderno narciso em busca do poder que seduz, inebria e destrói.
De início se aproxima travestido de paladino, pronto, se eleito, a dar fim à opressão e à injustiça gerada pelos narcisos de plantão.
Porém, logo que eleitos, despem a armadura e dão início ao erro atávico de repetir os erros de seus antecessores, tais como truculência e clientelismo, pisoteando aliados e adversários, esvaziando bolsos de uns para encher os de outros, esbanjando autoridade e indiferença disfarçadas de charme e competência, numa aparentemente inexplicável compulsão suicida, pois os mesmos redutos de rebelião que os alçou ao poder, certamente de lá os apeará.
E sempre haverá mais um ego disposto a se beneficiar do prazer sexual distorcido que o poder proporciona e sua genitália lhe nega.
Este texto tem origem, no sentimento de indignidade de uma massa que movimenta o sistema capitalista, onde os interesses são diversos da intenção humanitária.
Nasce do sentimento de exploração da minoria detentora do poder, em relação àqueles que desviam verbas que poderiam ser convertidas para o bem comum.
O que faria os Batmans das megalópoles se tivesse que abandonar seus Batmóveis em suas cavernas luxuosas para praticar seu heroísmo utilizando nosso precário sistema de transporte que irônicamente anuncia todos os dias ?
"Embarque bem das 17:30 hs às 19 hs todos os dias na Estação Sé. "
Leila S ribeiro Uzum
Misturada a massa animalizada você corre o risco de ter partes de seu corpo quebrado, bolsas roubadas, horários perdidos e compromissos importantes indo para o espaço como aulas, provas e encontros, além de passar pelos constrangimentos dos abusos sexuais de inúmeros pervertidos e aproveitadores espalhados nesta sociedade .
Nestes horários a dignidade do trabalhador torna-se mínima no exercício do seu direito de cidadão .Mas ainda sim existe uma arma , o voto !!!
Estamos em ano de eleições é momento de assumirmos a responsabilidade do voto consciente, de saber escolher, de buscar através do voto satisfazer nossas próprias necessidades básicas como saúde, educação, emprego e transporte para sobreviver nesta imensa cidade com tantas diversidades culturais e necessidades fundamentais, haja visto que :
A História vem provando, século após século, que o poder corrompe e que o homem tende a repetir seus erros.
Exemplos não faltam: Napoleão, Mussolini, Hitler, Somoza, Fujimori e outros estão aí para demonstrar a lógica cartesiana do alpinismo político e do apego desmedido ao mando.
Enquanto o poder é apenas meta, o aspirante pode até ter boas intenções, porém, tão logo o objeto de desejo, ou seja, no caso, o poder, é conquistado, seu detentor já não se conforma em detê-lo. Quer, na verdade engoli-lo e assim torná-lo parte de si mesmo, incorporando-o assim à sua identidade.
Desta forma pode dirigir seu amor para si próprio e exercer na sua plenitude o narcisismo que é a marca registrada dos ditadores e dos homossexuais. Os resultados finais podem ser diferentes, mas a raiz psicológica dos fenômenos é a mesma.
Por outro lado, não importa que catástrofes ou tragédias suas decisões hajam causado, os homens sempre as repetem. Mesmo quando essas decisões resultam em autodestruição, seus sucessores já assumem com a tendência mórbida de imitá-los.
Todos sabem que amor e ódio são afetos gêmeos, siameses, faces da mesma moeda, inseparáveis e razão de ser, um do outro.
Em conseqüência disso, o narcisista se ama e se odeia ao mesmo tempo já que constitui objeto único de seus afetos.
Enquanto alimenta o amor com o prazer inebriante do poder incorporado, alimenta o ódio destruindo-se através da repetição de decisões reiteradamente temerárias.
Essa relação libidinosa com o poder ocorre na mente dos ditadores a nível mundial, nacional, estadual, municipal, em associações de bairro e até em agremiações, sociedades literárias e cooperativas. Onde houver um cargo de mando lá estará o moderno narciso em busca do poder que seduz, inebria e destrói.
De início se aproxima travestido de paladino, pronto, se eleito, a dar fim à opressão e à injustiça gerada pelos narcisos de plantão.
Porém, logo que eleitos, despem a armadura e dão início ao erro atávico de repetir os erros de seus antecessores, tais como truculência e clientelismo, pisoteando aliados e adversários, esvaziando bolsos de uns para encher os de outros, esbanjando autoridade e indiferença disfarçadas de charme e competência, numa aparentemente inexplicável compulsão suicida, pois os mesmos redutos de rebelião que os alçou ao poder, certamente de lá os apeará.
E sempre haverá mais um ego disposto a se beneficiar do prazer sexual distorcido que o poder proporciona e sua genitália lhe nega.
Este texto tem origem, no sentimento de indignidade de uma massa que movimenta o sistema capitalista, onde os interesses são diversos da intenção humanitária.
Nasce do sentimento de exploração da minoria detentora do poder, em relação àqueles que desviam verbas que poderiam ser convertidas para o bem comum.
O que faria os Batmans das megalópoles se tivesse que abandonar seus Batmóveis em suas cavernas luxuosas para praticar seu heroísmo utilizando nosso precário sistema de transporte que irônicamente anuncia todos os dias ?
"Embarque bem das 17:30 hs às 19 hs todos os dias na Estação Sé. "
Leila S ribeiro Uzum
EXILIO DE SI MESMO
Tenho abordado questões emergentes sobre situações e pessoas que chegam num ponto crucial de suas vidas e, que ao revisitarem os seus conteúdos anteriores para obter desempenho favorável no contexto atual de realidade, na maioria das vezes pouco encontram um significativo.
Recebi alguns e-mails onde me foi questionado sobre a validade ou não de todas as vivências anteriores, experiências boas ou ruins que levaram alguns à percas, acidentes e mortes.
E se nada valeu a pena diante das frustrações , então seria oportuno deixar em stand by amigos e pessoas afins neste importante período de renovação interior, para encontrar direção e fortificação de si mesmo?
Percebo que a questão aqui se torna muito mais profunda do que a simples aparência de momentos reflexivos, pois as revisitações feitas nestes momentos ainda de plena transformação, fatalmente permearão os vícios emocionais, que todos nós humanos estamos fadados a recorrer...
São lugares de nós mesmos onde nos reconhecemos como identidades, mas que neste momento deixam de ter o sentido anterior do que significa Ser.
Tive um insight ao concluir que, o que costuma acontecer é que se cairmos novamente nos mesmos padrões, porém com o diferencial de estarmos mais conscientes sobre nós mesmos e muito mais lúcidos sobre alguns tipos padronizados de funcionamento, imediatamente pela incorruptibilidade que este tipo de ganho consciencial promove, desistimos de nos apegar a tudo o que pode ter o significado de casca sem conteúdo algum embuídos pela ansia do ter.
Portanto a suposta caoticidade na qual percebemos que estamos chegando num lugar de terra firme, definitivamente voltando do exílio de nós mesmos devido à própria experiência de mutação, nos faz pensar que este suposto lugar de terra firme nada mais é do que o encontro com a nossa própria essência.
Mas o fundamental de todo esse movimento é poder entrar em contato com a inequívoca percepção do rumo de nossa vida, bem como com as nossas mais profundas questões existenciais que sempre estiveram no interior de cada um de nós, a qual estamos fadados à ignorância, se não tivermos coragem de fazer a viagem para dentro de nosso ser.
Diz uma grande amiga é momento de transformação!
Leila Uzzum
terça-feira, 23 de março de 2010
PAISAGENS ÍNTIMAS
Enquanto o homem não se convencer de que lhe é necessário conquistar as paisagens íntimas, suas realizações externas deixá-lo-ão em desencanto, sob frustrações que se sucederão tantas vezes quantas sejam as glórias alcançadas no mundo de fora.
À semelhança de uma semente, na qual dormem incontáveis recursos, que surgem a partir da germinação, cabe ao ser humano desatar os valores que lhe dormem inatos, facultando-se as condições de desenvolvimento, graças às quais logrará sua plenitude.
Muitas vezes, as dificuldades que o desafiam são fatores propiciatórios para o desabrochar dos elementos adormecidos, e para que sua destinação gloriosa seja alcançada.
O homem de bem, que reúne os valores expressivos da honra e da ação edificante, faz-se caracterizar pelo esforço, pelo empenho que desenvolve, realizando o programa essencial da vida que é sua iluminação íntima.
Somente essa identificação com o si profundo facultar-lhe-á a tranqüilidade, meta próxima a ser conseguida.
Partindo dela, novas etapas surgirão convidativas, ensejando o crescimento moral e intelectual proporcionador da felicidade real.
Todas as conquistas externas - moedas, projeção social, objetos raros, moradia, eletrodomésticos, aparelhos eletrônicos - não obstante úteis para a comodidade, a automação e sintonia com o mundo, bem como com a sociedade, não podem acompanhar o ser, quando lhe ocorre a fatalidade biológica da morte.
Cada qual desencarna com os recursos morais e intelectivos que amealhou, liberando-se ou não dos grilhões emocionais que o prendem às quinquilharias a que atribui valor.
Na luta pela aquisição das coisas, as batalhas se tornam renhidas, graças à competição, às angustiantes expectativas das disputas, nas quais o crime assume papel preponderante, com resultados quase sempre funestos.
Na grande transição, tudo aquilo que constituiu motivo de luta insana perde o significado, passando a afligir mais do que antes..
Não te descuides da auto-iluminação.
Se buscares a consolidação da estrutura socioeconômica pessoal e familiar, vai mais longe, e intenta a conquista dos tesouros íntimos.
Exercita as virtudes que possuis em germe, dando-lhes oportunidade de se agigantarem, arrastando outros corações.
Recorda-te, a cada instante, da brevidade do corpo físico e reivindica o treino para a morte, mantendo-te em serenidade, reflexão e ação iluminativa.
Vida interior é conquista possível, e está ao teu alcance.
Logra-a, quanto antes, e sentirás a imensa alegria da plenificação
DIA D
Se algum poder eu tivesse eu apagaria alguns dias, que são normais a tanta gente , mas poucos refletem , muito menos repensam , apenas os deixam envenenar a mente.
São eles :
Dia de dor e confusão, dia de um calor horrível que queima por fora... dia de uma angústia sofrível que rola por dentro.
Dia de zoeira, tontura, zumbido... Dia de dúvidas cruciais que já nem distingo mais, se são reais ou banais.
Dia de ver o lado feroz de quem a gente ama, de ficar assustada, sem saber o que fazer, dizer ou pensar.
De sentir quase vontade de implorar que lhe digam que tudo é um sonho mal que vai passar, que ele não é mau, nem um mal... Que ele é de bem, e que é o bem maior e mais caro com quem a gente, sem medo pode sonhar...
Dia também e talvez, de desapontar o amado por não compreender.
De deixar vazar um lado nosso não muito bonito, fraco, falível, que cobra sem esmorecer.
Dia de sentir que tudo parece às vezes tão frágil e perecível... De se sentir desajeitada, sem graça, desencontrada como criança que leva uma descompostura e fica assim vexada, culpada, perdida, sem saber ao certo o que aconteceu ou se mereceu.
Dia de questionar se quer perder o brio e preservar o amor, ou se quer resguardar a dignidade e que se vá o dor... Mas não se tem parâmetros para distinguir uma coisa da outra.
Dia de não ser capaz de enxergar a oscilação do ponteiro interno, que registra a exata linha divisória entre o ser gentil e o ser servil.
Dia de ruminar dúvidas antigas e cogitar que há alguma coisa errada com a gente, pelas dores que se repetem e se repetem, renitentes.
Dia de se sentir completamente incapaz de interagir com maturidade e de se reconhecer sem suporte, para alcançar a extensão dos complicados e emaranhados intercâmbios humanos.
Dia de ter paciência, de esperar a tempestade passar, a poeira baixar, a lucidez retornar, e mais uma vez acreditar que o bem vai vencer e o amor triunfar...
E se tudo isto for apenas deixar-se enganar, que eu me engane com dignidade, posto que não há nesta vida nada que seja mais bonito que arrancar do peito os mais nobres sentimentos, que só brotam na alma de quem ama de verdade.
De quem aproveita a experiência de cada dia , vivencia e reelabora, escrevendo sua história , fazendo as melhoras escolhas , vestindo a roupa do peregrino, que caminha por este mundo numa rota contínua que direciona-se sempre para cima e para o alto , mesmo que os escorregões aconteçam.
domingo, 14 de março de 2010
HOMENAGEM AO POETA
Ser alquímico que materializa sonhos,
Através das palavras
Vai criando e inventando histórias.
Envolvido na ânsia
De compartilhar sentimentos
Que fazem moradas em sua alma.
Fala todas as línguas
E relaciona-se com o universo
Cultivando seu jardim pelo mundo
Tem como amigos
Todos os integrantes da natureza,
Pois eles perpetuam a beleza.
Só encontra a paz,
Nas letras impressas
Quando despeja sua ansiedade,
E faz nascer o poema,
Que vem da essência e sai da alma
Expressando seu ser.
Formatado pela inspiração
Passa por muitos corações
Até chegar ao ponto de falar
Em poucas palavras
Com o próprio coração.
Estes poetas do mundo
Trazem em si sentimentos
Petrificados no mais profundo do ser
Dores e marcas da vida,
Que se apresentam através do espelho
Manifestando o mundo obscuro.
Por isso sua escrita é jóia rara
Lapidada pelo vácuo
Vai representando a felicidade
Vestindo o mundo de fantasia
Para demonstrar a realidade.
E assim causam união
Aproxima amores,
Estrutura amizades,
Elimina a mágoa
Conduz a paz
Estirpando rancores
Através da reflexão.
Produzem a bioalquimia
Quando traz luz a escuridão
Tocando a pedra angular da neurose
Liberta por osmose, quebranta o coração.
Proporcionando a transformação
Daquele que estava no chão.
Iluminando os caminhos escuros
Traz vida pela imaginação.
Leila S Ribeiro Uzum
ESCOLHENDO AMAR
-Um esposo foi visitar um sábio conselheiro e disse-lhe que já não amava sua esposa e que pensava em separar-se.
-O sábio escutou-o, olhou-o nos olhos e disse-lhes apenas uma palavra:
-AME-A! E calou-se.
-Mas, já não sinto nada por ela!
-AME-A, disse-lhe novamente o sábio.
-E diante do desconcerto do homem, depois de um breve silêncio, disse-lhe o seguinte:
-Amar é uma decisão, não um sentimento;
-Amar é dedicação e entrega.
-Amar é um verbo e o fruto dessa acção é o amor.
-O amor é um exercício de jardinagem: arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, regue e cuide.
-Esteja preparado porque haverão pragas, secas ou excessos de chuvas, mas nem por isso abandone o seu jardim.
-Ame quem está ao teu lado, aceite-a, valorize-a, respeite-a, dê afecto e ternura, admire e compreenda-a. AME!
POIS, A VIDA SEM AMOR, NÃO TEM SENTIDO.
-A inteligência sem amor, te faz perverso.
-A justiça sem amor, te faz implacável.
-A diplomacia sem amor, te faz hipócrita.
-O êxito sem amor, te faz arrogante.
-A riqueza sem amor, te faz avaro.
-A docilidade sem amor te faz servil.
-A pobreza sem amor, te faz orgulhoso.
-A beleza sem amor, te faz ridículo.
-A autoridade sem amor, te faz tirano.
-O trabalho sem amor, te faz escravo.
-A simplicidade sem amor, te deprecia.
-A oração sem amor, te faz introvertido.
-A lei sem amor, te escraviza.
-A política sem amor, te deixa egoísta.
-A fé sem amor te deixa fanático.
-A cruz sem amor se converte em tortura, e a vida sem amor... não tem sentido.
(Autor desconhecido)
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